Apodrece, apodrece e apodrece...
Que mais pode o tempo
Se não fazer apodrecer?
Apodrece o ferro
O concreto
O silencio
Apodrece o corpo do morto
Que, em meias tantas aventuras
Nunca se esqueceu de apodrecer
E também a fruta
Que fica tão doce e madura
Pra depois apodrecer
O apodrecimento é constante
O tempo também é constante
Constantes são as coisas
Que torturam o coração
O que é vivo apodrece
Apodrece o que é morto
Mas o que não existe
Esse nunca apodrecerá!

essa me lembra augusto dos anjos joe...
ResponderExcluirakele lado pragmatico dele em psicologia de um vencido
mas sim e de parar e refletir sobre o sentido da vida e o qnto de tempo desprdiçamos com coisas triviais e irrelevantes
portando apenas deixe estar... :D