sábado, 13 de junho de 2009

Ação do tempo.

Apodrece, apodrece e apodrece...

Que mais pode o tempo

Se não fazer apodrecer?

Apodrece o ferro

O concreto

O silencio

Apodrece o corpo do morto

Que, em meias tantas aventuras

Nunca se esqueceu de apodrecer

E também a fruta

Que fica tão doce e madura

Pra depois apodrecer

O apodrecimento é constante

O tempo também é constante

Constantes são as coisas

Que torturam o coração

O que é vivo apodrece

Apodrece o que é morto

Mas o que não existe

Esse nunca apodrecerá!

Um comentário:

  1. essa me lembra augusto dos anjos joe...
    akele lado pragmatico dele em psicologia de um vencido
    mas sim e de parar e refletir sobre o sentido da vida e o qnto de tempo desprdiçamos com coisas triviais e irrelevantes
    portando apenas deixe estar... :D

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